sexta-feira, 8 de abril de 2011

Preso bispo da Universal acusado de matar Lucas Terra

Numa operação conjunta das polícias baiana e pernambucana, o bispo da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) Fernando Aparecido da Silva, 31 anos, foi preso anteontem à noite em Jaboatão dos Guararapes, município a 18km de Recife. Acusado de participar do assassinato do adolescente Lucas Terra, 14, o religioso teve prisão preventiva decretada na quarta-feira pelo juiz Vilebaldo Freitas, titular da 2ª Vara do Júri da comarca de Salvador. O réu desembarcou ontem à noite sob escolta policial e foi conduzido ao Departamento de Polícia Interestadual (Polinter), no prédio-sede da Polícia Civil, na Praça da Piedade.
Coube ao delegado Hélio Jorge Paixão, diretor do Departamento de Tóxicos e Entorpecentes, cumprir o mandado de prisão preventiva contra o bispo. Ao ser detido, por volta das 21h da sexta-feira, em um VW Golf da Iurd, o religioso tinha acabado de celebrar um culto no templo da Rua Barreto Menezes, em Prazeres, distrito de Jaboatão dos Guararapes. Aparecido estava em Pernambuco há 15 dias, a serviço da igreja. Ele deverá ser apresentado em entrevista coletiva amanhã, em horário e local a ser definido pela Secretaria de Segurança Pública.
Além de Aparecido, respondem pelo crime o pastor auxiliar Sílvio Galiza (já condenado e cumprindo pena em regime fechado) e Joel Miranda, pastor da Iurd e que continua foragido. Está marcada para terça-feira, às 9h, na 2ª Vara do Júri, uma sessão de acareação entre os acusados. É a quarta tentativa de realizar o procedimento.
O caso
O crime de que Aparecido é acusado aconteceu em 21 de março de 2001 e obteve repercussão internacional. De acordo com os autos do processo que tramita na 2ª Vara do júri, Lucas Terra sofreu abuso sexual e foi estrangulado no templo Iurd do bairro do Rio Vermelho.
Imaginando que o garoto estivesse morto, os criminosos incendiaram o corpo num terreno baldio às margens da Avenida Vasco da Gama – laudo do Departamento de Polícia Técnica apontaria que a vítima ainda vivia quando lhe atearam fogo.
Lucas era o caçula do casal José Carlos e Marion Terra. Passou a freqüentar a Iurd por causa da primeira namorada, que era obreira. Embora os pais não freqüentassem a instituição, acreditavam que o filho estaria seguro indo aos cultos.
Pais fazem vigília no aeroporto
Assim que soube, ontem pela manhã, por jornalistas, da prisão do bispo Fernando Aparecido da Silva, o pai de Lucas, José Carlos Terra, foi à sede da Polícia Civil, em busca de informações. De lá, seguiu para o Aeroporto Internacional Deputado Luis Eduardo Magalhães, onde fez vigília por mais de cinco horas no saguão, acompanhado da mulher Marion, mãe do adolescente. O casal disse ter recebido a notícia da prisão com “alívio e alegria”.
“Quero olhar para ele, acompanhar tudo. Meu filho, um garoto puro, inocente, foi queimado vivo por esses pedófilos. Espero que a justiça baiana os coloque na cadeia e não permita que saiam. Eu e minha família já fomos condenados a viver com esta dor. Vou ao Tribunal de Justiça ainda hoje (ontem à noite) para pedir ao juiz de plantão que não conceda habeas-corpus algum”, declarou, emocionado, Carlos.
Como eles, também aguardavam o desembarque do bispo três advogados, além de uma dezena de jornalistas. A cada desembarque de passageiros vindos de Recife, crescia a ansiedade. Ninguém, no entanto, viu o bispo Fernando, que deixou o aeroporto por uma saída lateral que dá acesso à sede do Comando de Operações Especiais (COE). Os advogados se disseram surpresos com a prisão. “Ele viria para a próxima audiência. Estamos procurando saber a razão alegada para o pedido de prisão para impetrar o habeas-corpus”, explicou um deles, Anderson Casé.
A família de Lucas aguarda agora a prisão do outro envolvido no crime, o pastor Joel Miranda, que estaria no município de Cabo Frio-RJ. Marion comemorou a prisão do acusado e, embora não goste de dar declarações, falou ao Correio da Bahia. “É uma questão da vida do nosso filho, nosso bem mais precioso. Ver este ‘poderoso’ ser preso mostra que a Justiça baiana não está indiferente”, opinou. O casal foi cumprimentado por passageiros que o reconheceu. Apertos de mão e palavras de conforto foram algumas das demonstrações de solidariedade.
Família diz que prisão de bispo foi ‘meia-vitória’
A família do adolescente Lucas Terra, assassinado brutalmente em 2001, disse que a prisão preventiva do bispo da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), Fernando Aparecido da Silva, neste fim de semana, deu uma sensação de “meia-vitória” e que o desfecho final está se aproximando. Resta agora a prisão preventiva do pastor da Iurd Joel Miranda. Dos acusados de envolvimento no crime, até o momento, somente o pastor Sílvio Galiza foi condenado; ele pegou 18 anos de prisão pelo crime
O pai do garoto, o empresário Carlos Terra, afirmou que nada vai lhe trazer de volta a alegria do convívio com o filho, mas só a condenação de todos os acusados lhe trará a sensação de dever cumprido. “Estão sendo anos de muita tristeza, saudade e indignação. Lamentavelmente, as leis brasileiras condenam as vítimas e beneficiam os criminosos”, considerou. Pai de outros dois filhos, Terra atribuiu a punição dos culpados à sua persistência.
A peregrinação a órgãos judiciais e militantes dos direitos humanos incluiu desde vigília na porta do Ministério Público a visitas a Brasília e à sede da Anistia Internacional e da Organização das Nações Unidas, na Suíça. “Eles mataram o filho do homem errado. Foi uma coisa muito cruel. Quando perdemos os pais, perdemos o nosso passado. Mas quando é um filho, a gente perde o futuro”, destacou.
Com a prisão preventiva do bispo, ele espera agora ver Miranda também atrás da grade. E, nessa etapa, já se prepara para travar uma nova batalha contra a impunidade. “Os dois têm poder econômico elevado, mas eu tenho lutado e vou continuar lutando para mostrar que eles não são invencíveis. A sociedade baiana não permitirá essa absolvição”, aposta Terra.
O enfrentamento levou a família a receber inúmeras ameaças, mas não foram suficientes para calar seus membros. A única precaução do empresário foi em não expor a mulher, Marion, e os outros dois filhos. “Jamais vou me calar porque não temos nada nem ninguém”, disparou Terra, que assume dormir pouco porque, volta e meia, está pensando em estratégias para denunciar os acusados e juntar provas para ajudar a polícia. A militância na causa fez dele referência para outras famílias que também tiveram os filhos assassinados cruelmente e que lutam contra a impunidade.
CORREIO DA BAHIA

Pastor mata criança em cerimônia de exorcismo

O pastor norte-americano Ray Hemphill foi indiciado hoje pela morte de um menino autista de oito anos durante uma cerimônia para livrar a criança do demônio. A informação foi dada hoje pela promotoria de Milwakee, nos Estado Unidos.
De acordo com o escritório do promotor do condado de Milwakee, o pastor Hemphill, que está preso, corre o risco de pegar 10 anos de prisão se for considerado culpado. Hemphill, de 45 anos, sufocou o menino autista durante uma sessão de exorcismo em sua igreja no noroeste de Milwakee, na sexta-feira passada.
Segundo a investigação, Pat Cooper levou o filho para a igreja, como sempre fazia, e o menino foi colocado no chão, onde várias mulheres seguraram seus braços e pernas, enquanto o pastor se ajoelhava sobre o peito de Terrance Cottrell. O pastor ficou sobre o menino durante quase uma hora e quando se levantou, todos perceberam que Terrance estava morto.
O médico legista concluiu que o peso do pastor sobre o peito de Terrance impediu o menino de respirar e o matou

Deus nos livre de um Brasil evangélico

Começo este texto com uns 15 anos de atraso. Eu explico. Nos tempos em que outdoors eram permitidos em São Paulo, alguém pagou uma fortuna para espalhar vários deles, em avenidas, com a mensagem: “São Paulo é do Senhor Jesus. Povo de Deus, declare isso”.
Rumino o recado desde então. Represei qualquer reação, mas hoje, por algum motivo, abriu-se uma fresta em uma comporta de minha alma. Preciso escrever sobre o meu pavor de ver o Brasil tornar-se evangélico. A mensagem subliminar da grande placa, para quem conhece a cultura do movimento, era de que os evangélicos sonham com o dia quando a cidade, o estado, o país se converterem em massa e a terra dos tupiniquins virar num país legitimamente evangélico.
Quando afirmo que o sonho é que impere o movimento evangélico, não me refiro ao cristianismo, mas a esse subgrupo do cristianismo e do protestantismo conhecido como Movimento Evangélico. E a esse movimento não interessa que haja um veloz crescimento entre católicos ou que ortodoxos se alastrem. Para “ser do Senhor Jesus”, o Brasil tem que virar "crente", com a cara dos evangélicos. (acabo de bater três vezes na madeira).
Avanços numéricos de evangélicos em algumas áreas já dão uma boa ideia de como seria desastroso se acontecesse essa tal levedação radical do Brasil.
Imagino uma Genebra brasileira e tremo. Sei de grupos que anseiam por um puritanismo moreno. Mas, como os novos puritanos tratariam Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Maria Gadu? Não gosto de pensar no destino de poesias sensuais como “Carinhoso” do Pixinguinha ou “Tatuagem” do Chico. Será que prevaleceriam as paupérrimas poesias do cancioneiro gospel? As rádios tocariam sem parar “Vou buscar o que é meu”, “Rompendo em Fé”?
Uma história minimamente parecida com a dos puritanos provocaria, estou certo, um cerco aos boêmios. Novos Torquemadas seriam implacáveis e perderíamos todo o acervo do Vinicius de Moraes. Quem, entre puritanos, carimbaria a poesia de um ateu como Carlos Drummond de Andrade?
Como ficaria a Universidade em um Brasil dominado por evangélicos? Os chanceleres denominacionais cresceriam, como verdadeiros fiscais, para que se desqualificasse o alucinado Charles Darwin. Facilmente se restabeleceria o criacionismo como disciplina obrigatória em faculdades de medicina, biologia, veterinária. Nietzsche jazeria na categoria dos hereges loucos e Derridá nunca teria uma tradução para o português.
Mozart, Gauguin, Michelangelo, Picasso? No máximo, pesquisados como desajustados para ganharem o rótulo de loucos, pederastas, hereges.
Um Brasil evangélico não teria folclore. Acabaria o Bumba-meu-boi, o Frevo, o Vatapá. As churrascarias não seriam barulhentas. O futebol morreria. Todos seriam proibidos de ir ao estádio ou de ligar a televisão no domingo. E o racha, a famosa pelada, de várzea aconteceria quando?
Um Brasil evangélico significaria que o fisiologismo político prevaleceu; basta uma espiada no histórico de Suas Excelências nas Câmaras, Assembleias e Gabinetes para saber que isso aconteceria.
Um Brasil evangélico significaria o triunfo do “american way of life”, já que muito do que se entende por espiritualidade e moralidade não passa de cópia malfeita da cultura do Norte. Um Brasil evangélico acirraria o preconceito contra a Igreja Católica e viria a criar uma elite religiosa, os ungidos, mais perversa que a dos aiatolás iranianos.
Cada vez que um evangélico critica a Rede Globo eu me flagro a perguntar: Como seria uma emissora liderada por eles? Adianto a resposta: insípida, brega, chata, horrorosa, irritante.
Prefiro, sem pestanejar, textos do Gabriel Garcia Márquez, do Mia Couto, do Victor Hugo, do Fernando Moraes, do João Ubaldo Ribeiro, do Jorge Amado a qualquer livro da série “Deixados para Trás” ou do Max Lucado.
Toda a teocracia se tornará totalitária, toda a tentativa de homogeneizar a cultura, obscurantista e todo o esforço de higienizar os costumes, moralista. 
O projeto cristão visa preparar para a vida. Cristo não pretendeu anular os costumes dos povos não-judeus. Daí ele dizer que a fé de um centurião adorador de ídolos era singular; e entre seus criteriosos pares ninguém tinha uma espiritualidade digna de elogio como aquele soldado que cuidou do escravo.
Levar a boa notícia não significa exportar uma cultura, criar um dialeto, forçar uma ética. Evangelizar é anunciar que todos podem continuar a costurar, compor, escrever, brincar, encenar, praticar a justiça e criar meios de solidariedade; Deus não é rival da liberdade humana, mas seu maior incentivador.
Portanto, Deus nos livre de um Brasil evangélico.

Soli Deo Gloria
7-02-11
Ricardo Gondim

Deus manda Samuel e Saul matar mais


Então disse Samuel a Saul: Enviou-me o SENHOR a ungir-te rei sobre o seu povo, sobre Israel; ouve, pois, agora a voz das palavras do SENHOR.
Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eu me recordei do que fez Amaleque a Israel; como se lhe opôs no caminho, quando subia do Egito.
Vai, pois, agora e fere a Amaleque; e destrói totalmente a tudo o que tiver, e não lhe perdoes; porém matarás desde o homem até à mulher, desde os meninos até aos de peito, desde os bois até às ovelhas, e desde os camelos até aos jumentos

1 Samuel 15: 1-9

Deus manda Moisés matar um homem


Estando, pois, os filhos de Israel no deserto, acharam um homem apanhando lenha no dia de sábado.
E os que o acharam apanhando lenha o trouxeram a Moisés e a Arão, e a toda a congregação.
E o puseram em guarda; porquanto ainda não estava declarado o que se lhe devia fazer.
Disse, pois, o SENHOR a Moisés: Certamente morrerá aquele homem; toda a congregação o apedrejará fora do arraial.
Então toda a congregação o tirou para fora do arraial, e o apedrejaram, e morreu, como o SENHOR ordenara a Moisés.

Números: 15: 32-36
Porque Deus mandou Moisés matar este homem?

Achei este post no orkut

Nesse tópico vou mostrar aqui a grande disputa da bíblia (Deus x Satã) e mostrar o joguinho do mata-mata bíblico. 
Com isso acabamos de vez com a falácia dos crentes que alegam que as pessoas que cometem assassinatos são porque não tem deus no coração, deveria ler a bíblia etc. 

Sim, eles têm deus no coração sim. Vamos ver porque:

Primeiro vamos às mortes cometidas pelo sanguinário Satã, vulgo capeta:

Satanás (a mando de deus) mata os filhos de Jó(Jó 1:2 – 19) = 10

Não deveríamos atribuir essa morte só a satanás pois foi deus quem mandou.


Vamos agora ver as mortes cometida pelo amoroso Deus. Ele simplesmente:

Mata a mulher de Ló (Gêneses 19:26) 1

Mata Er (Gêneses 38:7) 1

Mata Onan, por ejacular (Gêneses 38:10) 1

Mata quem adora o bezerro de ouro (Êxodo 32:27-28) 3.000

Mata por recolher lenha no sábado (Números 15:32-36) 1

Mata Corá, Datã e Abirão, e todas as suas famílias (Números 16:27) 12

Mata queimados vivos por oferecer incenso (Números 16:35) 250

Mata Por reclamar (Números 16: 49) 14.700

Mata Por se prostituir com as filhas de Moabe (Números 25:9) 24.000

Massacre midianita (Números 31:1-35) 90.000

Mata quem blasfemar (Levitico 24:10-23) 1 

Mata Acã e sua família (Josué 7: 24-26) 5

Mata Ai (Josué 8:1-25) 12.000

Mata os Cananeus e farizeus (Juízes 1:4) 10.000

Mata Eglom, através de Eúde (Juízes 3: 15-22) 1

Mata Moabitas (Juízes 3: 28-29) 10.000

Mata os Midianitas (forca uns matar os outros) (Juízes 7: 2-22) 120.000

Mata homens através de Sansão (Juízes 14: 19) 30

Mata mais gente através de Sansão (Juízes 15: 14-15) 1.000

Mata homens e mulheres através de Sansão (Juízes 16:27-30) 3.000
Mais benjamitas (Juízes 20: 44-46) 25.000

Mata por olhar dentro da arca do Senhor (I Samuel 6:19) 50.070

Mata Filisteus (I Samuel 14: 12) 20

Mata Agague através de Samuel (I Samuel 15: 32-33) 1

Mata Nabal (I Samuel 35:28) 1

Mata Uzá, por tentar impedir a arca de cair ( II Samuel 6:6-7) 1

Mata O filho de Davi (II Samuel 12:14-18) 1

Mata enforcado sete filhos de Saul (II Samuel 21:6-9) 7

Mata o povo por causa do censo de Davi (II Samuel 24:15) 70.000

Mata um profeta por acreditar na mentira de outro profeta ( I Reis 13:1-24) 1

Mata os sírios (I Reis 20:28-29) 100.000

Mata soldados sírios com uma parede (I Reis 20:30) 27.000

Mata um homem, usando um leão, por se recusar a matar outro(I Reis 20:35-36) 1

Mata soldados com fogo que vem do céu (II Reis 1:9-12) 102

Mata 42 crianças, através de 2 ursos (II Reis 2:23-24) 42

Mata por não crer em Elias (II Reis 7:17-20) 1

Mata Jezebel (II Reis 9:33-37) 1

Mata alguns estrangeiros, através de leões (II Reis 17:25-26) 3

Mata os Assírios, através de um anjo (II Reis 19:35, Isaias 37:36) 185.000

Mata Saul (I Crônicas 10:14) 1

Mata os Israelitas e entrega nas mãos de Judá (II Crônicas 13:15-17) 500.000

Mata Jeroboão (II Crônicas 13:20) 10

Mata os etíopes (II Crônicas 14:9-14) 1.000.000

Mata Jeroão (II Crônicas 21:14-19) 1

Mata A mulher de Ezequiel (Ezequiel 24:15-18 ) 1

Mata Ananias e sua esposa ( Atos 5:1-10) 2

Mata Herodes (Atos 12:23) 1

E por fim ainda mata, inutilmente, seu filho Unigênito (João 3 : 16) 1

Inutilmente pois sempre houve pecado antes e o pecado continuou depois.

Placar final:

Deus: 2.245.272 mortes

Satã: 10 mortes.

Isso porque, pelo lado de deus, ainda ficaram milhares de mortes sem ser contabilizadas, como por exemplo:

Deus queima várias pessoas vivas (Números 11:1)

Mata muitos do seu povo escolhido (Números 14:27-29)

Mata pessoas e animais que nada tinham a ver com as decisões do faraó (Êxodo 12:29)

Deus afoga quase todos os seres do Planeta (Gênesis 6-7, Gênesis 8:21)

Mata animais: (Levitico 1-9)

Mata até Pombos: (Levitico 5:8-9)

Até onde vai? Por quantas mortes mais?

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A bíblia atribui à Deus ter amaldiçoado toda a humanidade e a criação devido ao ato de duas pessoas, Adão e Eva (Gênesis 3:16-23 e Romanos 5:18); Ter afogado mulheres grávidas, crianças inocentes e animais na ocasião do Dilúvio (Pereceu toda carne que se move sobre a terra - Gênesis 7:20-23); Ter atormentado os Egípcios e seus animais com pragas e doenças por ter o Faraó se recusado a deixar os Israelitas deixar o Egito (Êxodos 9:8-11,25); Ter matado crianças egípcias na época da Páscoa (No meio da noite Deus feriu todos os primogênitos na terra do Egito... e houve grande clamor no Egito por não haver casa onde não houvesse um morto); Depois do Êxodos ter ordenado aos Israelitas aniquilar sem piedade os homens, mulheres e crianças de sete nações e roubar suas terras, demolir seus altares, despedaçar seus postes sagrados e queimar seus ídolos (Deuteronomio 7:1-2); ter matado o filho do Rei David por causa do adultério de David com Betsabéia (Samuel II 12:13-18); ter solicitado a tortura e o assassinato de seu próprio filho (Romanos 3:24-25) e ter prometido enviar para o sofrimento eterno todas as pessoas que não aceitassem o Cristianismo (Revelações 21:8).

Em Números capítulo 31, o Senhor indica sua aprovação para a ordem dada por Moisés, nos versículos 17 e 18, no que diz respeito a maneira pela qual os soldados israelitas deveriam tratar mulheres e crianças capturadas na guerra: "Matai portanto todas as crianças do sexo masculino. Matai também todas as mulheres que conheceram varão, coabitando com ele. Não conserveis com vida senão as meninas que não coabitaram com homem e elas serão vossas."

Isaías 13:9,15-18 contem esta mensagem do Senhor: "Eis o dia do Senhor que vem implacável e com ele o furor ardente da ira... Todo aquele que for encontrado será trespassado... As tuas crianças serão despedaçadas sob os seus olhos, as suas casas serão saqueadas e as suas mulheres violentadas... Os arcos prostrarão os meninos; eles não terão pena das criancinhas, os seus olhos não pouparão os filhinhos". 

O Deus da Bíblia também apresenta outras tendências sádicas com diversos outros métodos para atormentar o inocente. Ele abre a terra para soterrar famílias inteiras (Números 16:27-32); lança o fogo para a destruição das pessoas (Leviticos 10:1-2; Números 11:1-2); manda animais selvagens tais como ursos (Reis II 2:23-24), leões (Reis II 17:24-25), e serpentes (Números 21:6) sobre as pessoas; autoriza a escravidão (Leviticus 25:44-46); ordena a perseguição religiosa (Deuteronomio 13:12-16); causa o canibalismo ( Eu farei que eles devorem a carne de seus filhos e a carne de suas filhas - Jeremias 19:9); e exige o sacrifício de animais como meio de expiação dos pecados de seus proprietários (Exodus 29-36). 

Além de causar o sofrimento de inocentes, outro tipo de crueldade que a o Deus bíblico pratica é o de infligir castigos totalmente desproporcionais aos atos pelos quais tais castigos são aplicados. Em nosso sistema de direito atual, extrema desproporção dentre castigo e ato cometido é considerada uma violação dos direitos humanos. Alguns atos triviais são punidos com a pena de morte:

No velho Testamento, o Senhor prescreve a execução como punição para o "crime" de se trabalhar nos sábados (Exodus 31:15); por praguejar contra os pais (Levíticos 20:9); por adorar outros deuses (Deuterenômio 17:2-5); por ser um bruxo, médium ou mago (Exodus 22:18, Levíticos 20:27); por envolver-se em atos homossexuais (Levíticos 13:6-10) e não ser virgem no dia do casamento (Deuteronomio 22: 20-21). Certamente, pedir a pena de morte para tais atos é rejeitar a noção de que a severidade de um castigo deve manter alguma proporção com a ofensa praticada.